Venho aqui alertar vocês sobre a enquete que está rolando aqui no Blog. O que queremos saber, é qual os jogadores entre os que estão citados na enquete, o que vocês acham mais bonito? A enquete está localizada no lado direito do blog, logo abaixo do logo dos focas do Q? Claro que as meninas se sentirão mais à vontade em responder, mas, os garotos, também estão convidados a particpar! Relembrando que o resultado além de ser divulgado no blog, também sairá na edição do Q? do dia 26 de maio, confeccionada por nós, focas. Então pessoal, votem!
Na quarta feira fiz minha primeira entrevista para a matéria do Focas do Q? Ocorreu tudo bem. Fui até o colégio Ernesto Alves para entrevistar 5 meninas. Nos reunimos na biblioteca da escola para conversar.
Sempre quando vou fazer um entrevista bate um receio. Será que as fontes vão responder exatamente aquilo que eu quero que elas respondam? Desta vez tive sorte as meninas eram supersimpáticas. Corresponderam a todas as minhas expectativas.
Além disso, essa foi a primeira vez que fiz uma entrevista em forma de bate-papo. Com fontes mais jovens não adianta vir com muitas perguntas pré-estabelecidas. É preciso deixar a conversa rolar.
E fazer uma boa entrevista não é para qualquer um. Exige muita habilidade. Ainda estou aprendendo a realizar da melhor forma a arte de entrevistar.
Agora tenho que esquematizar o texto. Colocar as ideias em ordem. Isso nem sempre é fácil.
Quando nos inscrevemos no Focas do Q?, ficamos na expectativa da seleção e quando sabemos a notícia de que fomos selecionados, o sentimento é de alegria por estar em projeto que expande o aprendizado da academia em uma atividade prática. Mas, não temos noção de quem podemos encontrar e com quem iremos conviver nas próximas semanas. De repente, colegas já conhecidos estão ao nosso lado. E outras caras estranhas aparecem e passamos a conhecê-las. Em pouco tempo, após o início dos trabalhos, estamos todos entrosados e temos a impressão de que somos colegas há anos.
Nesse Focas do Q?, podemos reparar que tem focas de outros mares por aqui. Temos os representantes locais, no caso; a Blau, a Thamires, a Vanessa Britto, a Yaundé (de Ilheús-BA, mas há anos por aqui) e a Bruna (veio há bastante tempo de Porto Alegre). Alguns membros vieram das mais variadas cidades. Renan e Marília são os de Rio Pardo. É próximo, não causa tanta estranheza. De perto também, temos a Carine que vem da pequena Sinimbu e a Vanessa Costa, de Pantano Grande e ainda o Giovani, de Vera Cruz. Na beira do Taquari, a cidade de Arroio do Meio, um pouco mais longe, é de onde veio a Taissi. A Emilin e a Juliana são do time de Cachoeira do Sul. E ainda não é tudo. Da cidade de Agudo, região central do estado, tem a Samara. Para completar, temos no grupo a missioneira Laura, da legendária Santo Ângelo. E este que escreve tem Vacaria como querência (apesar de ter nascido em Votorantim-SP).
Como pudemos ver na escalação, tem foca de tudo quanto é lado. Uma equipe miscigenada e que traz dos seus lugares de origem, muitas características que podem contribuir com as que encontramos em Santa Cruz do Sul. Esta mistura é uma receita que faz o Focas do Q? ser algo especial. A diversidade enriquece, não apenas na questão dos locais de origem, mas em todos os sentidos. Dessa forma, temos várias linhas de pensamento e os elementos que cada um acrescenta formarão a essência de um trabalho tão especial.
O assunto de rodas de conversas de jornalistas é sempre o mesmo: jornalismo. Ô profissão que vicia, parece droga, credo! Mesmo sendo uma mera estudante, ao conversar com colegas de aula o tema é esse. No meu local de trabalho, claro, não podia ser diferente.
Semana passada, nós Focas do Q?, fomos a uma pizzaria. Mais uma vez a pauta das conversas na noite foi a nossa profissão: o curso, disciplinas, reportagens, meios de comunicação... E pior que isso instiga a gente. Se ficássemos mais tempo o assunto não mudaria.
Meu cunhado é jornalista, ele se formou na Unisc e hoje trabalha em Lajeado. Quando a gente se encontra, ficamos conversando horas a fio sobre jornalismo. Falamos tanto que as pessoas que estão ao nosso redor acabam saindo, pois não adianta tentar mudar de assunto, continuamos no mesmo.
Isso por um lado é bom. Mostra o quanto a profissão é apaixonante. Porém pode ser prejudicial. Toda a pessoa precisa se desligar um pouco da profissão, espairecer, pensar em outras coisas. Jornalismo é bom, mas pode enlouquecer qualquer um. Meu cunhado me relata isso. Vive a profissão 24h por dia. Só fala sobre isso sempre. Ele diz que está num ponto que não aguenta mais. Hoje procura algo para se distrair.
Portanto, que isso sirva de lição para quem está começando. Todos precisam de momentos de lazer, sem pensar em trabalho. Eu já tenho minhas atividades nos fins de semana, em movimentos da Igreja Católica, que são remédios contra o stress do dia a dia. Recomendo que todos procurem algo extra-jornalismo para preencher o tempo livre, se não a possibilidade de fissura na profissão toma conta.
E quem disse que um jornalista, ou no nosso caso, aprendiz de jornalista, não pode e não deve ter atividades paralelas? Pois então...um dos momentos mais felizes da minha vida ocorreu no semestre passado, durante uma visita do jornalista Silvio Barbizan, à turma de Telejornalismo I, coordenada pela professora Fabiana Piccinin. Entre os diversos assuntos sobre os quais ele falou, um foi à respeito do processo de seleção de candidatos à uma vaga para trabalhar na tevê. E adivinhem qual foi um dos quesitos que certa vez fez com que se optassem por determinado candidato? Foi justamente ele ter uma atividade paralela, nesse caso, o candidato em questão tocava numa banda. E o jornalista foi bem claro ao dizer que esse é um diferencial que muitas vezes faz a diferença, pois mostra que aquele candidato não é acomodado, é inquieto, tem sonhos, e vai atrás do que quer. Nossa, isso foi um alívio para a minha culpa interior por ter duas paixões na vida: o jornalismo e a dança. E como é díficil ter essas duas paixões, nem tanto por questões práticas, como o tempo por exemplo, que preciso dividir entre as duas coisas, sem deixar de me dedicar menos pra uma ou pra outra. Mas principalmente pelo medo de que uma paixão atrapalhasse a outra. Pois bem, vejo que esse detalhe no meu currículo não será motivo de preconceito por parte de pessoas da miha área, e com muita sorte pode até ser algo que possa me ajudar. E de verdade, eu consigo fazer com que um beneficie o outro. Se não fosse pela dança, pela experiência de conviver com o nervosismo de pisar num palco, pela maneira que adquiri de lidar com a vergonha (vergonha que há muito tempo já não sinto mais, hehehe), talvez hoje eu não fosse tão extrovertida, o que me ajuda e muito com as fontes, no caso do jornal impresso, e com as câmeras, no caso do telejornalismo. Assim como diversas experiências e conhecimentos que adquiri durante o curso de jornalismo foram úteis em algumas situações que vivi enquanto bailarina de Dança de Rua.
Se algum leitor do Blog do Q? quiser dar uma olhada em algum vídeo de Dança de Rua, pode deixar sua vontade registrada aqui como comentário, que eu terei o maior prazer em postar algum vídeo interessante! É isso pessoal!
e como disse o filósofo Nietzsche: "E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."
Uma febre que não para de aumentar! Vemos cada dia mais vídeos interessantes entrando na rede, as pessoas inventam cada vez mais maneiras de mostrar o que sabem fazer de melhor, ou até mesmo erros, aventuras, gafes. Tudo se torna digno de um clique!Até a televisão já aderiu, hoje o que vemos na internet ganha o nosso final de semana na TV aberta, parece que a televisão perde cada vez mais audiência e até ela esta apelando para a divulgação! Então decidi mostrar aqui um vídeo interessante, e pouco conhecido!
Cão vira herói no Alasca Difícil de acreditar mas é verdade: Um cão da raça Pastor Alemão chamado “Buddy” virou herói no Alasca (EUA) depois de guiar um veiculo da policia até a propriedade de seu dono, Ben Heinrichs.
A casa ardia em chamas quando Ben, sem alternativas olhou para o cão e disse “Precisamos de ajuda”.E foi o que Buddy fez, pressentindo o perigo Buddy correu até a estrada principal e latiu para uma patrulha da policia, foi quando chamou a atenção do Agente Terrence Shanigan que havia sido alertado por outros moradores sobre uma bola de fogo no céu, imediatamente o Agente notou a inquietude do cão e o seguiu. Buddy corria na neve em direção a sua casa, guiando o patrulheiro, e após alguns minutos seguindo o cão o Agente Terrence Shanigan achou o incêndio, e orientou os bombeiros até o local. No dia seguinte o cão Buddy, herói da família! Foi homenageado pela polícia estadual do Alasca e ganhou uma medalha por sua bravura.
Dizem que estagiário é aquele que faz tudo. Pau pra toda a obra. E é verdade. Sou estagiária e sei disso. Nós, focas do Q? também somos assim. Temos funções definidas, mas todos possuem muitas responsabilidades: fazer as matérias, postar no blog e twitter, visitar as escolas, arrumar o layout do blog, fotografar, realizar ações com a comunidade, fazer vídeos... Nossa quanta coisa!
Claro que tudo isso não é função de todo mundo. Cada habilitação tem as suas incumbências, aspecto que foi frisado bastante na reunião de hoje pelo Jansle. E precisa ser cumprido por nós. É certo que muitas funções para uma pessoa só não dá certo. Cada um deve fazer a sua parte e bem feita.
Estamos aprendendo por isso o nome do projeto é Focas, ou seja, jornalistas inexperientes. No nosso caso, comunicadores inexperientes.
Vida de jornalista não é fácil, imaginem a de nós focas, que não temos experiência em redações. Eu acrescentaria mais uma coisinha ao texto do Renan: jornalista também é investigador. Investigar. Talvez seja essa a tarefa mais importante do jornalista, assim como a mais difícil e a mais gratificante. Nós, os focas da 5ª edição do projeto, estamos nessa “fase” do processo. Estamos investigando. Com nossas pautas em mãos, corremos atrás dos melhore cases, das fontes ideais. Quando conseguimos o contato de alguém que parece perfeito para a nossa pauta, explodimos de alegria, e de alívio também. Mas às vezes o fulano “não serve”, e indica o beltrano. Menos mal, né? Acontece que o beltrano, não é a fonte ideal em todos os aspectos, ele não está na faixa etária que a pauta exige. E adivinhem? Lá se vai mais uma fonte. No entanto, não desistimos e continuamos investigando alguém que se encaixe naquilo que queremos. Até que depois de muito trabalho, encontramos as pessoas certas. E é chegada a hora de colocar tudo no papel, ou melhor, no computador.
Domingo, dia 02 de maio, tem show com a Banda Hori, aqui em Santa Cruz, no Coplexo Gazeta Inside.
Se essa era a novidade? Claro que não! Isso todo mundo já sabia!
Mas, qual é a nova então?
Se liga galera! Os focas estarão pela festa no domingo! Agitando e clicando os melhores momentos. E depois vocês ainda poderão estar no Q? Momento, dando inveja naqueles que não foram na festa.
Vale à pena conferir!
O Fiuk, vocalista da Hori, protagonista de Malhação, filho do cantor Fábio Júnior, é também o ídolo da garotada. E, meninas, ele já avisou: “Gosto de namorar, não consigo viver sozinho” (conforme publicado na revista Quem). Preparem-se! Quem sabe ele não leva um coração apaixonado de Santa Cruz . Não duvidem: isso já aconteceu por aqui outras vezes.
É provável que muitos dos leitores deste blog já estejam pensando no vestibular. Alguns talvez já tenham superado essa fase, e outros nem começaram a pensar a respeito. Mas para os que estão nos preparativos, algumas razões para se fazer (ou não) jornalismo. A verdade é que ser jornalista é ter várias profissões. É ser psicólogo para falar com as fontes, ouvir seus problemas e, do meio de toda aquela conversa, retirar um pequeno trecho que possa ser útil na matéria. É ser um sociólogo preocupado com as causas sociais, para falar de assuntos difíceis, marginalizados. É ser um filósofo, principalmente sentado em um bar conversando com os amigos sobre as coisas bobas da vida. É ser um especialista em legislação, para não falar alguma bobagem que possa retornar em forma de processo. É ser um economista de primeira para saber se virar com a grana curta e muitos gastos. É ser um grande ator para conseguir encenar a qualquer momento que a reportagem o exija. É ser humorista, porque apenas com bom humor é possível conviver em harmonia com uma equipe tão doida quanto a do Focas. É ser um atletista para dar conta de correr atrás de tudo. É ser um literato para saber usar as palavras da forma mais atrativa, mas sem inventar informações. Em resumo, é ser versátil. Tá certo que o salário não é dos melhores, a jornada de trabalho é longa e cansativa, come-se apenas porcarias, mas nada substitui o prazer de ver um texto seu sendo lido pelas pessoas. Nada é mais compensador do que ter a certeza de que se fez a melhor matéria possível. E é isso que nos motiva a fazer a edição especial do Focas do Q?. Para quem não sabe o que fazer no vestibular, essa é a dica. Mas saibam que é um orgulho para toda a equipe fazer parte da profissão mais completa do mundo.
Diga-se de passagem, lidar com pessoas nunca foi uma tarefa das mais simples, dadas as peculiaridades ou particularidades de que somos dotados nós, membros integrantes da raça humana. As divergências vão desde pequenos detalhes como horários, até grandes e complexas ideologias e filosofias de vida, sem ignorar as inúmeras outras que se interpõem neste meio.
O grande desafio de um grupo como o Focas do Q?, consiste exatamente em fazer com que essas diferenças venham enriquecer o trabalho, tornando esse conceito heterogêneo uma característica a nosso favor. Todos hão de convir que a variedade de personalidades é proporcional ao número de integrantes de um grupo (que?), assim como pouco mais de um mês não é tempo suficiente para se conhecer uma pessoa em profundidade, todavia, acredito que não falo só por mim quando digo que as diferenças diminuem à medida que nos conscientizamos de que temos um objetivo em comum.
Muito mais do que um caderno queremos realizar um trabalho em excelência, então no nosso caso, acredito que a quantidade de respeito também é, em proporções, tão grande quanto nosso objetivo e é isso que ameniza a dificuldade que por vezes é, muito mais do que trabalhar em grupo, ser de fato isso.
Não é novidade que os Focas se reúnem semanalmente para discutir o Q? especial. Até aí tudo bem. Mas vocês já pensaram em como esse focaredo todo vai parar na Gazeta às 17h30 de toda quarta-feira? Tem quem vá a pé, de ônibus e tem os corajosos que se aventuram a ir comigo!
Sim! O Blaumóvel leva alguns focas toda semana para a reunião. E, acreditem, isso faz deles pessoas muito corajosas. Acontece que eu me considero uma barbeira de carteirinha e todo mundo que entra no Blaumóvel sabe que não pode ter medo da morte!
Como teve feriado, a reunião dessa semana foi ontem... e o caminho - digamos assim - foi pura adrenalina! hahaha! Enquanto voltávamos para a Unisc (eu, e as corajossímas Marília, Vanessa Oliveira, Taíssi e Samara) o trânsito estava péssimo, porque era horário que o pessoal sai do trabalho. Claro que TODAS as sinaleiras estavam fechadas, eu estava com bastante pressa e isso costuma acontecer!
Quase na frente dos bombeiros uma mulher resolveu atravessar a rua (a três metros da faixa de segurança - isso me deixa louca) e quase foi atropelada! Mas não foi culpa minha! Quem manda se atirar na frente do carro? Humpf.
Mas o momento mais emocionante da volta aconteceu na João Pessoa. Vocês sabem aquela LOMBA (tem que ser assim mesmo: em caixa alta e negrito) que tem quase no cruzamento com a Augusto Spengler? Pois é, essa mesmo. Pra subir ali, só se for no embalo. Não consegui. Mas não foi culpa minha! Tinha um fusca (nada contra fuscas, ok Bruna Travi?) na minha frente. E quem disse que tinha jeito daquele fusca subir? E o fusca resolveu parar pra dobrar. E eu tive que parar atrás. E quando eu olho pelo retrovisor: um ônibus grudado atrás do Blaumóvel. JOIA, eu ia ter que arrancar na subida! Mas eu consegui, eu arranquei o carro na subida (ele não morreu, não desceu nem bateu!) e chegamos todas vivas, sãs e salvas na Unisc!
Como disse uma das corajosas caroneiras: que bom que eu não faltei essa aula!
Hoje, durante a reunião, fomos cobrados quanto a atualização do blog. Admito que venho negligenciando essa mídia e que não tenho a utilizado para discutir coisas importantes. Mas a verdade, agora, é que não sei sobre o que falar. E não pensem que isso é um absurdo. A verdade é que muitas vezes, quando sentamos em frente ao computador para enfim produzirmos o texto, simplesmente travamos. Procuramos distração, mudamos de olhar, respiramos fundo, mas o texto insiste em se manter preso. Esse não é um problema exclusivamente meu. Vários colegas, amigos e professores já passaram - e alguns ainda passam - por esse momento tão desagradável na vida de um foca.
Mas e aí, o que fazer se o texto travar de vez? Na escola mesmo isso acontece. Eu utilizava a "arte de falar muito sem dizer nada" para escrever meus textos, principalmente a introdução. Mas a verdade é que isso é pura enganação. Não ao professor, mas ao seu próprio trabalho. Perder alguns minutos do seu tempo para escrever algo que não traz conteúdo algum! Com o tempo, mudei de estratégia. Tentei criar textos mais cabeças, fazer minha professora acreditar que eu gostava de escrever. Onde já se viu, eu gostar de escrever! Mas acho que sou bom na argumentação, porque convenci a mim mesmo que escrever é algo fantástico. Gosto de criar textos malucos. Gosto de fazer análises fajutas da personalidade das pessoas. Acho que na verdade, procuro mesmo é me auto-analisar.
Mas não importa o que eu faça: uma redação de escola, uma avaliação de personalidades ou uma grande reportagem, sempre tenho o bendito problema de travar na hora de escrever. Pior, mesmo com todas as informações, não sei que rumo dar ao texto. E isso já me aconteceu inúmeras vezes. Manter o foco e ser atrativo é algo tão difícil de se fazer simultaneamente. Assim como é tão difícil convencer a todos de que não tenho nada a dizer.
Já que o @focasdoq não esta de bem comigo hoje, deixo o pessoal a par da reunião por aqui mesmo!
Ações nas escolas, confraternização dos focas, festa de lançamento, além da apresentação das valiosas fontes foram as "estrelas" da reunião.
Nossos aspirantes a jornalistas, publicitários, mídias, e a preferida e única RP estão super engajados para fazer da 5º edição do Focas do Q? um sucesso! Sem falar nos sempre dedicados Gelson Santos Pereira (editor de artes), Jansle Appel Jr. (editor) dando toques e transmitindo suas experiências aos "pequenos focas".
O interessante das festas do pessoal da comunicação é que você se sente em casa, o pessoal é comunicativo o que faz a festa durar até o amanhecer.
Felicidade total é basicamente o lema da comunicação!No Mundo as pessoas são como espelhos se você olhar feliz vai receber um olhar feliz de volta, mas se olhar bravo, o espelho quebra. Porque sabemos que problemas atraem problemas e que se preocupar não da em nada!Então esse pessoal guerreiro cheio de problemas existenciais, duvidas, frustrações amorosas vai lá e faz uma festa bacana que dura a noite toda!
Por isso que eu digo, fazer comunicação é uma arte e hoje em dia, as pessoas tem problemas pra se comunicar e isso é um problema grave, notem que se vocês sentarem perto de um adolescente em um onibus e puxar conversa ele não vai estar afim de conversar, pessoas em faixas de idade até 30 anos dificilmente param pra conversar, é aquela correria alucinante o dia todo, emprego, casa, casa, emprego, dai você chega e se senta do lado de um senhor ali de idade, e ele vai te contar tudo que ele fez na infância, feliz!E vai ficar seu amigo! E dai você vê, como pode estamos tão ligados uns com os outros via orkut, msn, celular, que não vemos que estamos sobre 4 paredes sozinhos precisando de conversas de verdade, com pessoas reais de carne e osso. Esse é o desafio do pessoal da comunicação, fazer uso destes meios mas ao mesmo tempo que faz uso deles não esquecer como é se comunicar pessoalmente com as pessoas! Agora falando do caderno Q, ééé o pessoal ta trabalhando legal!Uma coisa que combinamos é se esforçar, até porque é um trabalho de equipe, se alguém falha atrapalha o trabalho do outro, então todos se ajudam! Ai vai uma foto do pessoal trabalhando e discutindo ideias para criarmos um Caderno cada vez melhor!
Essa é a parte ruim de ser fotografo, sim ser fotografo tem algumas partes ruins, não aparecer nas fotos é uma delas!Mas o importante é ser feliz!! Então vamos lá! Altos debates, para decidirmos qual será o novo foco, e depois para acharmos os temas então!Loucura!!!
Fora que muitas vezes o trabalho não é fácil, mas essa é a parte divertida, é o mesmo que olhar pra alguém e dizer ta faz uma coisa legal ai..vamos te vira nos 30 e agora o que você faz? E o relógio ta correndo e você tem que fazer alguma coisa!E quem já não ouviu a historia do coelho e da tartaruga, o coelho fico lá dormindo e a tartaruga ganhou a corrida dele porque o coelho subestimou a tartaruga, e a frase devagar se vai longe?Nãoo agora eu digo, tudo bobagem, isso foi antes do mundo globalizado, hoje quem não se adapta a correria fica pra trás, então tudo que você for fazer, não faça a ritmo de tartaruga, mas lembre se de fazer bem feito. E nunca esqueça do fundamental, pare para falar com as pessoas volta e meia.
O jornalista Guilherme Mazui, esteve palestrando para uma turma de Introdução à Comunicação da Unisc e falando sobre suas experiências.
Para quem não sabe esse cara aí ao lado é Guilherme Mazui (o outro o professor Fábio Hansen), ele foi um dos fundadores e também colaborador do caderno Q?. Segundo ele até o surgimento do Q? a Gazeta teve outros cadernos jovens, mas que nenhum teve uma repercussão tão grande com o público jovem quanto o Q?
A Gazeta do Sul foi o primeiro veículo de comunicação em que ele trabalhou.
Na noite da segunda-feira dia 19 de abril, Lasier Martins esteve em Santa Cruz do Sul para um debate sobre o desenvolvimento econômico de Santa Cruz do Sul. O debate ocorreu na UNISC no bloco 18, e estiveram presentes grandes empresários de Santa Cruz do Sul e também outras personalidades importantes (secretários, professores etc.) Quando perguntado sobre o que achava de Santa Cruz do Sul, respondeu " É uma cidade de boas casas. Os alemães têm boas casas, os italianos a boa comida e os brasileiros a vida mansa", disse ele, causando risos! A discussão foi sobre muitos fatores, mas girou em torno da questão da fumilcultura, e na busca por outras utilizações do fumo para que ele não fosse utilizado somente no cigarro. Também foi ressaltada a importância da diversificação de culturas e também sobre a construção do Parque Tecnológico da Unisc. Valeu a pena conferir.
Quem conferiu a Festa da Comunicação na London sexta-feira pode confirmar que a banda Maquinados fez um belo show, tocando muito rock e todos grandes sucessos! Pra quem foi valeu a pena!Agradecemos a presença de todos!
Na sexta-feira aconteceu a Festa do Curso de Comunicação Social da Unisc. Teve show do Maquinados, a London bombou e a banda fez um grande show, valeu a pena conferir. Agradecimentos aos presentes na festa!