Seleção heptacampeã em 2014?

Postado por Emilin Grings , terça-feira, 25 de maio de 2010 terça-feira, maio 25, 2010


Ainda não tinha entrado em ritmo de Copa do Mundo. Parecia algo distante para mim. Isso até quinta-feira passada (20/05), que esteve aqui na Unisc o jornalista e colunista esportivo Juca Kfouri no evento Diálogos Unversitários. Juca é o cara quando se fala em futebol, e ele comentou que o Brasil tem grandes chances de conquistar o hexa.

Entre outros assuntos, o jornalista comentou que acredita piamente que a seleção vença a Copa, "...sem brilho. Como foi em 1994", destacou Kfouri. Além disso, lembrou que a pior derrota dos brasileiros foi no mundial de 1950 realizado aqui em nosso país. Na final precisando apenas de um empate e ainda saindo na frente no placar diante do Uruguai, a seleção cedeu a virada.

Então, Juca Kfouri alertou: "se ganharmos neste ano, em 2014 é obrigatório, a copa vai ser aqui". Deus te ouça, Juca, e como diz o Galvão Bueno, "Haja coração", para aguentar tanta emoção.

Ahh, pessoal está chegando a hora!! Focas do Q? na gazeta. É AMANHÃ!!

Está chegando a hora

Postado por Anônimo , segunda-feira, 24 de maio de 2010 segunda-feira, maio 24, 2010

O caderno especial produzido pelos focas está quase na hora de ser publicado. Na quarta-feira, o Focas do Q? estará nas mãos do leitores da Gazeta do Sul. Motivo de alegria para a galera que é fã do Q? Para nós, estudantes de Comunicação Social da Unisc, também é um momento de contentamento. Afinal, mais um trabalho realizado. Chegamos à 5ª edição desta parceria entre a academia e o mercado de trabalho. E agora, esteve todo mundo envolvido. As quatro habilitações do curso contribuíram para a produção. Todos puderam aprender mais e ganhar experiência.
Além disso, o trabalho em equipe foi evidenciado. Este é um item indispensável para a boa formação. Fora isso, o grupo esteve bem entrosado. Criaram-se amizades que possivelmente ficarão após a conclusão do projeto. Tivemos a oportunidade de passar por situações que marcam, principalmente o pessoal que está começando no curso, que a cada semana contam sobre as aventuras e curiosidades das reportagens. Agora, ficaremos no aguardo desta quarta-feira. Espero que todos gostem e que o caderno coloque os leitores ainda mais dentro do clima de Copa do Mundo. Tem muita coisa diferente e interessante. Aguardem e confiram o 5º Focas do Q?

Focas do q? - making of Copa das Mulhres

Postado por Emilin Grings , quarta-feira, 19 de maio de 2010 quarta-feira, maio 19, 2010

Como jogará o continente africano nesta Copa?

Postado por Anônimo , terça-feira, 18 de maio de 2010 terça-feira, maio 18, 2010

Sempre gostei do futebol africano. Lembro das boas seleções que tinham Camarões e Nigéria quando comecei a acompanhar futebol. Nas Copas de 1994, 98 e em outras depois, tínhamos o habilidoso meia nigeriano Okocha e uma seleção que jogava em um padrão, além de ser bastante ofensiva. O camaronês Oman - Byik era um atacante que chamava atenção e além de seus uniformes coloridos, a seleção atraía os holofotes pela alegria de jogar e comemorar seus gols. Chegaram a surpreender em diversas Olimpíadas. A Seleção Brasileira bem sabe...

Ainda tivemos algumas seleções que surgiram e foram destaque. Senegal, em 2002, chegou a derrotar a França na estreia e foi longe na competição. Gana e Costa do Marfim são as que mais se destacaram do último Mundial, com jogadores que tem experiência no futebol europeu e ao lado de estrelas da bola, atuam em equipes de ponta. Na Copa em seu seu continente, a expectativa é de que as cinco seleções africanas consigam chegar onde nunca estiveram. Apesar disso, a anfitriã África do Sul comandada pelo brasileiro Carlos Alberto Parreira, chega com um time que não empolga. Vai depender da torcida local, que acredita no sucesso da seleção e em seu bom desempenho.

Fica a expectativa sobre a Argélia, representante da cultura árabe na disputa. Costa do Marfim e Gana, já citadas, que continuam a ser os destaques do continente; os marfinenses no grupo do Brasil contam com o goleador Drogba como trunfo para fazer um Mundial louvável e Gana tem Muntari em destaque em seu meio-campo. A outra representante é a seleção de Camarões. A referência para eles é Eto'o, esperança de muitas bolas nas redes adversárias. O negócio é aguardar. O futebol alegre é certo que estará presente.

Lesão no tornozelo tira Michael Ballack da Copa

Postado por Emilin Grings , segunda-feira, 17 de maio de 2010 segunda-feira, maio 17, 2010


Capitão da Alemanha, que ficará fora dos campos por oito semanas, critica Boateng pela entrada violenta

A Alemanha sofreu uma baixa importante nesta segunda-feira para a disputa Copa do Mundo, na África do Sul. Michel Ballack, capitão da seleção, foi examinado nesta manhã e foi constatada uma grave lesão no tornozelo.

O exame que foi feito em Munique mostrou que Ballack rompeu os ligamentos do tornozelo direito. Segundo o médico da seleção Hans-Wilhelm Müller-Wohlfahrt, o meia precisará de oito semanas para voltar a jogar.

Ballack sofreu a lesão no último jogo do Chelsea na temporada durante a decisão da Copa da Inglaterra. O jogador alemão recebeu uma entrada forte de Kevin-Prince Boateng, do Portsmouth, e teve que ser substituído ainda na primeira etapa.


Fonte GLOBOESPORTE.COM Munique, Alemanha

Ruim para a seleção e para nós também, não é meninas? Um colírio a menos para os nossos olhos.

Quem tem medo do Dead Line...

Postado por Renan Silva , domingo, 16 de maio de 2010 domingo, maio 16, 2010

No jornalismo, "dead line" é o prazo final para entrega de uma matéria. É um momento sempre tenso e, pode se dizer, bastante amedrontador para um Foca. A verdade é que ficamos na expectativa pela avaliação do editor, dos colegas e do professor. Pensamos, "e se eles não gostarem?". Mas mais do que isso, ficamos com muito medo que vocês, nosso público, nossos leitores, não sintam o tesão esperado por nossas humildes matérias. É claro que nos esforçamos ao máximo para atingirmos o resultado esperado, e mais do que tudo, levar o melhor texto possível até vocês. Mas o medo persiste até o dia da publicação.

Quarta-feira é nosso Dead Line. E aí, o que fazer? As matérias estão quase prontas. Últimos acertos, últimos cortes. As discussões também estão chegando ao fim. A verdade é que não foram poucas as vezes que eu e minha colega de pauta, Laura Gomes, brigamos. Brigamos não, ela brigou comigo, e eu tentei entrar em acordo. E sinceramente, muitas vezes mereci levar um puxão de orelha. A Laura foi a minha consciênca, e é importante que isso seja reconhecido. Mas é a tensão. No fim, sempre voltávamos a conversar numa boa, e tomamos sempre aquelas que julgamos serem as melhores decisões. O resultado? Vocês vão conferir no Caderno Q? especial produzido por nós, Focas, que sai no dia 26. Até lá, confiram as atualizações aqui no blog, e façam parte dos bastidores dessa história.

No ritmo da Copa

Postado por Nessa Costa , sábado, 15 de maio de 2010 sábado, maio 15, 2010

Na primeira vez em que o Campeonato Mundial de Futebol chega ao continente, a África do Sul se prepara para receber os turistas em ritmo africano. É a Diski Dance que tá fazendo o maior sucesso por lá. "Esqueça a macarena. Esqueça o moon walk", publicou um site de notícias sul africano.

A Diski Dance, é constituída por uma série de movimentos que lembram o futebol. A dança foi parar na telinha, em forma de informe publicitário para o turismo sul africano, com o objetivo de gerar emoção no exterior antes do Mundial de 2010.

O anúncio vai ao ar em canais globais, incluindo CNN, BBC, Eurosport e Skysport que antecederam o pontapé inicial da Copa do Mundo, em 11 de Junho de 2010, dando aos fãs do futebol a chance de aprender os movimentos e "sentir o ritmo do futebol Africano".
Assita o comercial
aqui.

E a música oficial da Copa, vocês conhecem?
Segundo o mesmo site de notícias linkado antes, "Waka Waka - This time for Africa", exprime a energia e a vitalidade do continente Africano. A música dáuma prévia do que os fãs de futebol irão encontrar na África do Sul: vivacidade e dinamismo.
Ouça a música oficial da Copa do Mundo 2010.

A arte de reportar

Postado por Renan Silva , sexta-feira, 14 de maio de 2010 sexta-feira, maio 14, 2010

Venho aqui principalmente para citar uma frase que ouvi em uma palestra, há alguns dias, dita por uma jornalista de respeito. Disse ela que "ser repórter é gostar de gente". Confesso que no início não compreendi direito o que essas seis palavrinhas significam. Na verdade, ainda não sei se compreendo direito o que ela quis dizer. Mas desde então, tento seguir meu caminho na área de acordo com o significado que essa frase assumiu para mim.

Gostar de gente parece algo tão sem sentido. Afinal, somos humanos, e naturalmente gostamos das pessoas, gostamos do convívio e das conversas. Mas gostamos mesmo? Ou apenas aprendemos a suportar assuntos chatos, com pessoas que, aparentemente, não têm nada a nos acrescentar? A verdade é que não gostamos de tratar de assuntos que não sejam do nosso interesse, que não façam parte (mesmo que indiretamente) das nossas vidas. Não seria exagero dizer que somos um pouco egoístas nesse aspecto. E isso não é uma crítica, não mesmo, afinal, todos temos isso presente em nossas rotinas.

Mas é esse o ponto que diferencia um repórter de qualquer outra pessoa. Aprendemos a falar de assuntos que não dominamos. Aprendemos a ouvir fontes que nos parecem desinteressantes, e nos despimos dos preconceitos. Reportar é um desafio que enfrentamos diariamente. Como falar de algo "chato" de forma interessante? E como chamar a atenção de um leitor para esse assunto? São os desafios de ser repórter.

Gostar de gente é aprender a ouvir, principalmente. É sentir, realmente, vontade de ouvir o que cada entrevistado tem a nos contar. É saber captar a melhor fala, o melhor depoimento, a melhor informação, e nunca pensar que uma fonte não tem nada a lhe acrescentar. É ter paciência para conduzir uma entrevista, e cara de pau para perguntar aquilo que ninguém teria coragem. É ter tino para sacar o que ficou nas entrelinhas. Acima de tudo, gostar de gente, é sentir prazer por cada conversa, cada depoimento colhido e ter a certeza de que aquela entrevista trouxe aprendizado aos dois lados. Pensando bem, ser repórter nada mais é do que isso: um constante aprendizado.

Copa do Mundo rende boas histórias

Postado por Anônimo sexta-feira, maio 14, 2010

Na última segunda-feira, abaixo de muita chuva, eu e Bruna fomos até a casa de um dos entrevistados que farão parte da nossa matéria para o Focas do Q? A entrevista transcorreu de forma muito boa. Ele nos recebeu muito bem e relatou algumas experiências que já viveu em Copa do Mundo. Inclusive, uma loucura durante o Mundial. Como ele acompanha e gosta de futebol, a conversa foi mais solta, com detalhes interessantes. Como, por exemplo, lembranças da Copa de 1998, 2002 e 2006.


Enquanto isso, a Bruna fazia seus cliques, como este. Conversamos sobre vários assuntos relacionados à Copa. A pauta ganhou outros aspectos acrescentados pela fonte. A Bruna ficou contente em saber que ele também tinha o álbum da Copa e poderia trocar figurinhas com ela. Era um Ronaldinho pra cá, um Ribery pra lá e mais uns escudos da Coréia do Sul, da Eslovênia, etc... Mas, resolvemos manter a sua identidade em sigilo. Ficou curioso? Quer saber quem é? Então, leia a matéria na edição especial dos Focas no caderno Q?

Nem tudo são flores

Postado por Laura Gomes , quarta-feira, 12 de maio de 2010 quarta-feira, maio 12, 2010

Tenho uma confissão. Hoje levamos um bolo. Calma, vou explicar. Eu e o meu colega de pauta, Renan, marcamos uma entrevista com a nossa fonte. Na hora e no local marcado, lá estávamos nós, na companhia da Thamires. E nós esperamos. O pessoal passava na calçada, e a gente continuava ali, esperando. Até chamamos um pouco de atenção, porque o Renan começou a tirar fotos, e as pessoas paravam pra ver o que era aquilo. E pra melhorar, começou a chover. Como ainda estávamos com esperança, aproveitamos o banho de chuva para passear, e depois voltamos ao lugar marcado. E nada. Sim, aceitamos a realidade. Nossa fonte nos deu um lindo bolo.
Voltando pra Unisc, começamos a pensar em fontes substitutas. Uma das coisas mais legais do projeto é que toda a equipe acaba ajudando em todas as matérias. Algumas ligações depois, com a ajuda da Carine e da Marília, conseguimos marcar mais entrevistas. Bom, o resultado de tudo isso você vai poder conferir em breve! Mas eu garanto, a edição vai ficar linda.
Mas enquanto não chega a hora do lançamento, continuem espiando os bastidores do Focas aqui no blog! Espero comentários!!!

ENQUETE: qual o jogador mais bonito da copa?

Postado por Yaya / , segunda-feira, 10 de maio de 2010 segunda-feira, maio 10, 2010

Olá leitores do blog dos focas!

Venho aqui alertar vocês sobre a enquete que está rolando aqui no Blog. O que queremos saber, é qual os jogadores entre os que estão citados na enquete, o que vocês acham mais bonito?
A enquete está localizada no lado direito do blog, logo abaixo do logo dos focas do Q?
Claro que as meninas se sentirão mais à vontade em responder, mas, os garotos, também estão convidados a particpar!
Relembrando que o resultado além de ser divulgado no blog, também sairá na edição do Q? do dia 26 de maio, confeccionada por nós, focas.
Então pessoal, votem!

A arte de entrevistar

Postado por Emilin Grings , domingo, 9 de maio de 2010 domingo, maio 09, 2010


Na quarta feira fiz minha primeira entrevista para a matéria do Focas do Q? Ocorreu tudo bem. Fui até o colégio Ernesto Alves para entrevistar 5 meninas. Nos reunimos na biblioteca da escola para conversar.

Sempre quando vou fazer um entrevista bate um receio. Será que as fontes vão responder exatamente aquilo que eu quero que elas respondam? Desta vez tive sorte as meninas eram supersimpáticas. Corresponderam a todas as minhas expectativas.

Além disso, essa foi a primeira vez que fiz uma entrevista em forma de bate-papo. Com fontes mais jovens não adianta vir com muitas perguntas pré-estabelecidas. É preciso deixar a conversa rolar.

E fazer uma boa entrevista não é para qualquer um. Exige muita habilidade. Ainda estou aprendendo a realizar da melhor forma a arte de entrevistar.

Agora tenho que esquematizar o texto. Colocar as ideias em ordem. Isso nem sempre é fácil.

Aqui tem focas de outros mares

Postado por Anônimo , sexta-feira, 7 de maio de 2010 sexta-feira, maio 07, 2010

Quando nos inscrevemos no Focas do Q?, ficamos na expectativa da seleção e quando sabemos a notícia de que fomos selecionados, o sentimento é de alegria por estar em projeto que expande o aprendizado da academia em uma atividade prática. Mas, não temos noção de quem podemos encontrar e com quem iremos conviver nas próximas semanas. De repente, colegas já conhecidos estão ao nosso lado. E outras caras estranhas aparecem e passamos a conhecê-las. Em pouco tempo, após o início dos trabalhos, estamos todos entrosados e temos a impressão de que somos colegas há anos.
Nesse Focas do Q?, podemos reparar que tem focas de outros mares por aqui. Temos os representantes locais, no caso; a Blau, a Thamires, a Vanessa Britto, a Yaundé (de Ilheús-BA, mas há anos por aqui) e a Bruna (veio há bastante tempo de Porto Alegre). Alguns membros vieram das mais variadas cidades. Renan e Marília são os de Rio Pardo. É próximo, não causa tanta estranheza. De perto também, temos a Carine que vem da pequena Sinimbu e a Vanessa Costa, de Pantano Grande e ainda o Giovani, de Vera Cruz. Na beira do Taquari, a cidade de Arroio do Meio, um pouco mais longe, é de onde veio a Taissi. A Emilin e a Juliana são do time de Cachoeira do Sul. E ainda não é tudo. Da cidade de Agudo, região central do estado, tem a Samara. Para completar, temos no grupo a missioneira Laura, da legendária Santo Ângelo. E este que escreve tem Vacaria como querência (apesar de ter nascido em Votorantim-SP).
Como pudemos ver na escalação, tem foca de tudo quanto é lado. Uma equipe miscigenada e que traz dos seus lugares de origem, muitas características que podem contribuir com as que encontramos em Santa Cruz do Sul. Esta mistura é uma receita que faz o Focas do Q? ser algo especial. A diversidade enriquece, não apenas na questão dos locais de origem, mas em todos os sentidos. Dessa forma, temos várias linhas de pensamento e os elementos que cada um acrescenta formarão a essência de um trabalho tão especial.

Jornalistas são viciados em jornalismo

Postado por Emilin Grings , quarta-feira, 5 de maio de 2010 quarta-feira, maio 05, 2010

O assunto de rodas de conversas de jornalistas é sempre o mesmo: jornalismo. Ô profissão que vicia, parece droga, credo! Mesmo sendo uma mera estudante, ao conversar com colegas de aula o tema é esse. No meu local de trabalho, claro, não podia ser diferente.

Semana passada, nós Focas do Q?, fomos a uma pizzaria. Mais uma vez a pauta das conversas na noite foi a nossa profissão: o curso, disciplinas, reportagens, meios de comunicação... E pior que isso instiga a gente. Se ficássemos mais tempo o assunto não mudaria.

Meu cunhado é jornalista, ele se formou na Unisc e hoje trabalha em Lajeado. Quando a gente se encontra, ficamos conversando horas a fio sobre jornalismo. Falamos tanto que as pessoas que estão ao nosso redor acabam saindo, pois não adianta tentar mudar de assunto, continuamos no mesmo.

Isso por um lado é bom. Mostra o quanto a profissão é apaixonante. Porém pode ser prejudicial. Toda a pessoa precisa se desligar um pouco da profissão, espairecer, pensar em outras coisas. Jornalismo é bom, mas pode enlouquecer qualquer um. Meu cunhado me relata isso. Vive a profissão 24h por dia. Só fala sobre isso sempre. Ele diz que está num ponto que não aguenta mais. Hoje procura algo para se distrair.

Portanto, que isso sirva de lição para quem está começando. Todos precisam de momentos de lazer, sem pensar em trabalho. Eu já tenho minhas atividades nos fins de semana, em movimentos da Igreja Católica, que são remédios contra o stress do dia a dia. Recomendo que todos procurem algo extra-jornalismo para preencher o tempo livre, se não a possibilidade de fissura na profissão toma conta.

Jornalista também dança!

Postado por Yaya / , segunda-feira, 3 de maio de 2010 segunda-feira, maio 03, 2010

E quem disse que um jornalista, ou no nosso caso, aprendiz de jornalista, não pode e não deve ter atividades paralelas?
Pois então...um dos momentos mais felizes da minha vida ocorreu no semestre passado, durante uma visita do jornalista Silvio Barbizan, à turma de Telejornalismo I, coordenada pela professora Fabiana Piccinin. Entre os diversos assuntos sobre os quais ele falou, um foi à respeito do processo de seleção de candidatos à uma vaga para trabalhar na tevê. E adivinhem qual foi um dos quesitos que certa vez fez com que se optassem por determinado candidato? Foi justamente ele ter uma atividade paralela, nesse caso, o candidato em questão tocava numa banda. E o jornalista foi bem claro ao dizer que esse é um diferencial que muitas vezes faz a diferença, pois mostra que aquele candidato não é acomodado, é inquieto, tem sonhos, e vai atrás do que quer. Nossa, isso foi um alívio para a minha culpa interior por ter duas paixões na vida: o jornalismo e a dança. E como é díficil ter essas duas paixões, nem tanto por questões práticas, como o tempo por exemplo, que preciso dividir entre as duas coisas, sem deixar de me dedicar menos pra uma ou pra outra. Mas principalmente pelo medo de que uma paixão atrapalhasse a outra.
Pois bem, vejo que esse detalhe no meu currículo não será motivo de preconceito por parte de pessoas da miha área, e com muita sorte pode até ser algo que possa me ajudar. E de verdade, eu consigo fazer com que um beneficie o outro. Se não fosse pela dança, pela experiência de conviver com o nervosismo de pisar num palco, pela maneira que adquiri de lidar com a vergonha (vergonha que há muito tempo já não sinto mais, hehehe), talvez hoje eu não fosse tão extrovertida, o que me ajuda e muito com as fontes, no caso do jornal impresso, e com as câmeras, no caso do telejornalismo. Assim como diversas experiências e conhecimentos que adquiri durante o curso de jornalismo foram úteis em algumas situações que vivi enquanto bailarina de Dança de Rua.


Se algum leitor do Blog do Q? quiser dar uma olhada em algum vídeo de Dança de Rua, pode deixar sua vontade registrada aqui como comentário, que eu terei o maior prazer em postar algum vídeo interessante!
É isso pessoal!

e como disse o filósofo Nietzsche:
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."

Vídeos!!!

Postado por Giovani Blank segunda-feira, maio 03, 2010

Uma febre que não para de aumentar!
Vemos cada dia mais vídeos interessantes entrando na rede, as pessoas inventam cada vez mais maneiras de mostrar o que sabem fazer de melhor, ou até mesmo erros, aventuras, gafes. Tudo se torna digno de um clique!Até a televisão já aderiu, hoje o que vemos na internet ganha o nosso final de semana na TV aberta, parece que a televisão perde cada vez mais audiência e até ela esta apelando para a divulgação!
Então decidi mostrar aqui um vídeo interessante, e pouco conhecido!

Cão vira herói no Alasca
Difícil de acreditar mas é verdade:
Um cão da raça Pastor Alemão chamado “Buddy” virou herói no Alasca (EUA) depois de guiar um veiculo da policia até a propriedade de seu dono, Ben Heinrichs.


A casa ardia em chamas quando Ben, sem alternativas olhou para o cão e disse “Precisamos de ajuda”.E foi o que Buddy fez, pressentindo o perigo Buddy correu até a estrada principal e latiu para uma patrulha da policia, foi quando chamou a atenção do Agente Terrence Shanigan que havia sido alertado por outros moradores sobre uma bola de fogo no céu, imediatamente o Agente notou a inquietude do cão e o seguiu.
Buddy corria na neve em direção a sua casa, guiando o patrulheiro, e após alguns minutos seguindo o cão o Agente Terrence Shanigan achou o incêndio, e orientou os bombeiros até o local.
No dia seguinte o cão Buddy, herói da família!
Foi homenageado pela polícia estadual do Alasca e ganhou uma medalha por sua bravura.

Focas multifuncionais

Postado por Emilin Grings , quarta-feira, 28 de abril de 2010 quarta-feira, abril 28, 2010

Dizem que estagiário é aquele que faz tudo. Pau pra toda a obra. E é verdade. Sou estagiária e sei disso. Nós, focas do Q? também somos assim. Temos funções definidas, mas todos possuem muitas responsabilidades: fazer as matérias, postar no blog e twitter, visitar as escolas, arrumar o layout do blog, fotografar, realizar ações com a comunidade, fazer vídeos... Nossa quanta coisa!

Claro que tudo isso não é função de todo mundo. Cada habilitação tem as suas incumbências, aspecto que foi frisado bastante na reunião de hoje pelo Jansle. E precisa ser cumprido por nós. É certo que muitas funções para uma pessoa só não dá certo. Cada um deve fazer a sua parte e bem feita.

Estamos aprendendo por isso o nome do projeto é Focas, ou seja, jornalistas inexperientes. No nosso caso, comunicadores inexperientes.

Em busca das fontes ideais

Postado por Nessa Costa quarta-feira, abril 28, 2010

Vida de jornalista não é fácil, imaginem a de nós focas, que não temos experiência em redações. Eu acrescentaria mais uma coisinha ao texto do Renan: jornalista também é investigador. Investigar. Talvez seja essa a tarefa mais importante do jornalista, assim como a mais difícil e a mais gratificante. Nós, os focas da 5ª edição do projeto, estamos nessa “fase” do processo. Estamos investigando. Com nossas pautas em mãos, corremos atrás dos melhore cases, das fontes ideais. Quando conseguimos o contato de alguém que parece perfeito para a nossa pauta, explodimos de alegria, e de alívio também. Mas às vezes o fulano “não serve”, e indica o beltrano. Menos mal, né? Acontece que o beltrano, não é a fonte ideal em todos os aspectos, ele não está na faixa etária que a pauta exige. E adivinhem? Lá se vai mais uma fonte. No entanto, não desistimos e continuamos investigando alguém que se encaixe naquilo que queremos. Até que depois de muito trabalho, encontramos as pessoas certas. E é chegada a hora de colocar tudo no papel, ou melhor, no computador.

E nós estaremos por lá!

Postado por Bruna Travi , terça-feira, 27 de abril de 2010 terça-feira, abril 27, 2010


Salve, salve seguidores do Focas do Q?

Vim contar uma novidade!

Domingo, dia 02 de maio, tem show com a Banda Hori, aqui em Santa Cruz, no Coplexo Gazeta Inside.

Se essa era a novidade? Claro que não! Isso todo mundo já sabia!

Mas, qual é a nova então?

Se liga galera! Os focas estarão pela festa no domingo! Agitando e clicando os melhores momentos. E depois vocês ainda poderão estar no Q? Momento, dando inveja naqueles que não foram na festa.

Vale à pena conferir!

O Fiuk, vocalista da Hori, protagonista de Malhação, filho do cantor Fábio Júnior, é também o ídolo da garotada. E, meninas, ele já avisou: “Gosto de namorar, não consigo viver sozinho” (conforme publicado na revista Quem). Preparem-se! Quem sabe ele não leva um coração apaixonado de Santa Cruz . Não duvidem: isso já aconteceu por aqui outras vezes.

Para quem ainda não conhece a banda, acessa lá http://www.bandahori.com.br/


Quem já está com seu ingresso na mão, comenta ai: Qual é a expectativa para o Show.


Até domingo, pois nós estaremos por lá!

Manual de reportagem

Postado por Emilin Grings , segunda-feira, 26 de abril de 2010 segunda-feira, abril 26, 2010



O bom-humor de Rafinha Bastos não surpreende. Vale conferir o vídeo para aprender como NÃO fazer.