Pois é, minha gente. A expectativa para a chegada desta quarta-feira, dia da publicação da 5ª Edição do Focas do Q? era grande. Todos os colegas que estão no projeto não paravam de falar sobre isso. Enfim, a aflição chegou ao fim. Hoje, tivemos a oportunidade de ter o caderno em nossas mãos. Como outros amigos já citaram, formou-se uma família, amizades que ficarão. O orgulho de fazer um trabalho na prática impera. A Emilin destaca muito bem: "a mãe sempre acha o que fazemos muito bom. Está sempre lindo". Apoiadoras incondicionais, elas são as primeiras leitoras. E para nós, a palavra delas sempre é fundamental.
Hoje, quando vi a Gazeta do Sul, a alegria foi a sensação que senti. De ver o que planejamos, executado naquelas páginas. É o maior prazer para um (quase) jornalista ver sua matéria publicada. Além disso, o grupo esteve focado, buscou coisas curiosas e interessantes sobre a temática Copa do Mundo. A ajuda foi mútua. Todos contribuiram para o bom andamento do processo. Para quem estava de fora, a Blau deu conta de relatar tudo o que acontecia através da coluna semanal. Este blog e ainda o twitter, também foram meios de saber da atuação dos focas.
Não precisamos ficar tristes. O projeto encerra-se aqui, mas terão outras edições. O que podemos aproveitar é a carga de conhecimento obtido, novas experiências para contar aos próximos focas e ainda as confraternizações que realçam a união desta equipe. Momentos de muita diversão. Não podemos esquecer dos apontamentos da dupla Jansle e Gelson, que indicaram os atalhos para seguir e reforçar a identidade do Q? Através dele, podemos entrar no clima do "Rumo ao Hexa". Bom trabalho, pessoal!!
Forte abraço a todos, muito obrigado pela parceria de sempre. Valeu!
O caderno especial produzido pelos focas está quase na hora de ser publicado. Na quarta-feira, o Focas do Q? estará nas mãos do leitores da Gazeta do Sul. Motivo de alegria para a galera que é fã do Q? Para nós, estudantes de Comunicação Social da Unisc, também é um momento de contentamento. Afinal, mais um trabalho realizado. Chegamos à 5ª edição desta parceria entre a academia e o mercado de trabalho. E agora, esteve todo mundo envolvido. As quatro habilitações do curso contribuíram para a produção. Todos puderam aprender mais e ganhar experiência.
Além disso, o trabalho em equipe foi evidenciado. Este é um item indispensável para a boa formação. Fora isso, o grupo esteve bem entrosado. Criaram-se amizades que possivelmente ficarão após a conclusão do projeto. Tivemos a oportunidade de passar por situações que marcam, principalmente o pessoal que está começando no curso, que a cada semana contam sobre as aventuras e curiosidades das reportagens. Agora, ficaremos no aguardo desta quarta-feira. Espero que todos gostem e que o caderno coloque os leitores ainda mais dentro do clima de Copa do Mundo. Tem muita coisa diferente e interessante. Aguardem e confiram o 5º Focas do Q?
Sempre gostei do futebol africano. Lembro das boas seleções que tinham Camarões e Nigéria quando comecei a acompanhar futebol. Nas Copas de 1994, 98 e em outras depois, tínhamos o habilidoso meia nigeriano Okocha e uma seleção que jogava em um padrão, além de ser bastante ofensiva. O camaronês Oman - Byik era um atacante que chamava atenção e além de seus uniformes coloridos, a seleção atraía os holofotes pela alegria de jogar e comemorar seus gols. Chegaram a surpreender em diversas Olimpíadas. A Seleção Brasileira bem sabe...
Ainda tivemos algumas seleções que surgiram e foram destaque. Senegal, em 2002, chegou a derrotar a França na estreia e foi longe na competição. Gana e Costa do Marfim são as que mais se destacaram do último Mundial, com jogadores que tem experiência no futebol europeu e ao lado de estrelas da bola, atuam em equipes de ponta. Na Copa em seu seu continente, a expectativa é de que as cinco seleções africanas consigam chegar onde nunca estiveram. Apesar disso, a anfitriã África do Sul comandada pelo brasileiro Carlos Alberto Parreira, chega com um time que não empolga. Vai depender da torcida local, que acredita no sucesso da seleção e em seu bom desempenho.
Fica a expectativa sobre a Argélia, representante da cultura árabe na disputa. Costa do Marfim e Gana, já citadas, que continuam a ser os destaques do continente; os marfinenses no grupo do Brasil contam com o goleador Drogba como trunfo para fazer um Mundial louvável e Gana tem Muntari em destaque em seu meio-campo. A outra representante é a seleção de Camarões. A referência para eles é Eto'o, esperança de muitas bolas nas redes adversárias. O negócio é aguardar. O futebol alegre é certo que estará presente.
Na primeira vez em que o Campeonato Mundial de Futebol chega ao continente, a África do Sul se prepara para receber os turistas em ritmo africano. É a Diski Dance que tá fazendo o maior sucesso por lá. "Esqueça a macarena. Esqueça o moon walk", publicou um site de notícias sul africano.
A Diski Dance, é constituída por uma série de movimentos que lembram o futebol. A dança foi parar na telinha, em forma de informe publicitário para o turismo sul africano, com o objetivo de gerar emoção no exterior antes do Mundial de 2010.
O anúncio vai ao ar em canais globais, incluindo CNN, BBC, Eurosport e Skysport que antecederam o pontapé inicial da Copa do Mundo, em 11 de Junho de 2010, dando aos fãs do futebol a chance de aprender os movimentos e "sentir o ritmo do futebol Africano".
Assita o comercial aqui.
E a música oficial da Copa, vocês conhecem?
Segundo o mesmo site de notícias linkado antes, "Waka Waka - This time for Africa", exprime a energia e a vitalidade do continente Africano. A música dáuma prévia do que os fãs de futebol irão encontrar na África do Sul: vivacidade e dinamismo.
Ouça a música oficial da Copa do Mundo 2010.
Na última segunda-feira, abaixo de muita chuva, eu e Bruna fomos até a casa de um dos entrevistados que farão parte da nossa matéria para o Focas do Q? A entrevista transcorreu de forma muito boa. Ele nos recebeu muito bem e relatou algumas experiências que já viveu em Copa do Mundo. Inclusive, uma loucura durante o Mundial. Como ele acompanha e gosta de futebol, a conversa foi mais solta, com detalhes interessantes. Como, por exemplo, lembranças da Copa de 1998, 2002 e 2006.

Enquanto isso, a Bruna fazia seus cliques, como este. Conversamos sobre vários assuntos relacionados à Copa. A pauta ganhou outros aspectos acrescentados pela fonte. A Bruna ficou contente em saber que ele também tinha o álbum da Copa e poderia trocar figurinhas com ela. Era um Ronaldinho pra cá, um Ribery pra lá e mais uns escudos da Coréia do Sul, da Eslovênia, etc... Mas, resolvemos manter a sua identidade em sigilo. Ficou curioso? Quer saber quem é? Então, leia a matéria na edição especial dos Focas no caderno Q?