Lesão no tornozelo tira Michael Ballack da Copa

Postado por Emilin Grings , segunda-feira, 17 de maio de 2010 segunda-feira, maio 17, 2010


Capitão da Alemanha, que ficará fora dos campos por oito semanas, critica Boateng pela entrada violenta

A Alemanha sofreu uma baixa importante nesta segunda-feira para a disputa Copa do Mundo, na África do Sul. Michel Ballack, capitão da seleção, foi examinado nesta manhã e foi constatada uma grave lesão no tornozelo.

O exame que foi feito em Munique mostrou que Ballack rompeu os ligamentos do tornozelo direito. Segundo o médico da seleção Hans-Wilhelm Müller-Wohlfahrt, o meia precisará de oito semanas para voltar a jogar.

Ballack sofreu a lesão no último jogo do Chelsea na temporada durante a decisão da Copa da Inglaterra. O jogador alemão recebeu uma entrada forte de Kevin-Prince Boateng, do Portsmouth, e teve que ser substituído ainda na primeira etapa.


Fonte GLOBOESPORTE.COM Munique, Alemanha

Ruim para a seleção e para nós também, não é meninas? Um colírio a menos para os nossos olhos.

Quem tem medo do Dead Line...

Postado por Renan Silva , domingo, 16 de maio de 2010 domingo, maio 16, 2010

No jornalismo, "dead line" é o prazo final para entrega de uma matéria. É um momento sempre tenso e, pode se dizer, bastante amedrontador para um Foca. A verdade é que ficamos na expectativa pela avaliação do editor, dos colegas e do professor. Pensamos, "e se eles não gostarem?". Mas mais do que isso, ficamos com muito medo que vocês, nosso público, nossos leitores, não sintam o tesão esperado por nossas humildes matérias. É claro que nos esforçamos ao máximo para atingirmos o resultado esperado, e mais do que tudo, levar o melhor texto possível até vocês. Mas o medo persiste até o dia da publicação.

Quarta-feira é nosso Dead Line. E aí, o que fazer? As matérias estão quase prontas. Últimos acertos, últimos cortes. As discussões também estão chegando ao fim. A verdade é que não foram poucas as vezes que eu e minha colega de pauta, Laura Gomes, brigamos. Brigamos não, ela brigou comigo, e eu tentei entrar em acordo. E sinceramente, muitas vezes mereci levar um puxão de orelha. A Laura foi a minha consciênca, e é importante que isso seja reconhecido. Mas é a tensão. No fim, sempre voltávamos a conversar numa boa, e tomamos sempre aquelas que julgamos serem as melhores decisões. O resultado? Vocês vão conferir no Caderno Q? especial produzido por nós, Focas, que sai no dia 26. Até lá, confiram as atualizações aqui no blog, e façam parte dos bastidores dessa história.

No ritmo da Copa

Postado por Nessa Costa , sábado, 15 de maio de 2010 sábado, maio 15, 2010

Na primeira vez em que o Campeonato Mundial de Futebol chega ao continente, a África do Sul se prepara para receber os turistas em ritmo africano. É a Diski Dance que tá fazendo o maior sucesso por lá. "Esqueça a macarena. Esqueça o moon walk", publicou um site de notícias sul africano.

A Diski Dance, é constituída por uma série de movimentos que lembram o futebol. A dança foi parar na telinha, em forma de informe publicitário para o turismo sul africano, com o objetivo de gerar emoção no exterior antes do Mundial de 2010.

O anúncio vai ao ar em canais globais, incluindo CNN, BBC, Eurosport e Skysport que antecederam o pontapé inicial da Copa do Mundo, em 11 de Junho de 2010, dando aos fãs do futebol a chance de aprender os movimentos e "sentir o ritmo do futebol Africano".
Assita o comercial
aqui.

E a música oficial da Copa, vocês conhecem?
Segundo o mesmo site de notícias linkado antes, "Waka Waka - This time for Africa", exprime a energia e a vitalidade do continente Africano. A música dáuma prévia do que os fãs de futebol irão encontrar na África do Sul: vivacidade e dinamismo.
Ouça a música oficial da Copa do Mundo 2010.

A arte de reportar

Postado por Renan Silva , sexta-feira, 14 de maio de 2010 sexta-feira, maio 14, 2010

Venho aqui principalmente para citar uma frase que ouvi em uma palestra, há alguns dias, dita por uma jornalista de respeito. Disse ela que "ser repórter é gostar de gente". Confesso que no início não compreendi direito o que essas seis palavrinhas significam. Na verdade, ainda não sei se compreendo direito o que ela quis dizer. Mas desde então, tento seguir meu caminho na área de acordo com o significado que essa frase assumiu para mim.

Gostar de gente parece algo tão sem sentido. Afinal, somos humanos, e naturalmente gostamos das pessoas, gostamos do convívio e das conversas. Mas gostamos mesmo? Ou apenas aprendemos a suportar assuntos chatos, com pessoas que, aparentemente, não têm nada a nos acrescentar? A verdade é que não gostamos de tratar de assuntos que não sejam do nosso interesse, que não façam parte (mesmo que indiretamente) das nossas vidas. Não seria exagero dizer que somos um pouco egoístas nesse aspecto. E isso não é uma crítica, não mesmo, afinal, todos temos isso presente em nossas rotinas.

Mas é esse o ponto que diferencia um repórter de qualquer outra pessoa. Aprendemos a falar de assuntos que não dominamos. Aprendemos a ouvir fontes que nos parecem desinteressantes, e nos despimos dos preconceitos. Reportar é um desafio que enfrentamos diariamente. Como falar de algo "chato" de forma interessante? E como chamar a atenção de um leitor para esse assunto? São os desafios de ser repórter.

Gostar de gente é aprender a ouvir, principalmente. É sentir, realmente, vontade de ouvir o que cada entrevistado tem a nos contar. É saber captar a melhor fala, o melhor depoimento, a melhor informação, e nunca pensar que uma fonte não tem nada a lhe acrescentar. É ter paciência para conduzir uma entrevista, e cara de pau para perguntar aquilo que ninguém teria coragem. É ter tino para sacar o que ficou nas entrelinhas. Acima de tudo, gostar de gente, é sentir prazer por cada conversa, cada depoimento colhido e ter a certeza de que aquela entrevista trouxe aprendizado aos dois lados. Pensando bem, ser repórter nada mais é do que isso: um constante aprendizado.

Copa do Mundo rende boas histórias

Postado por Anônimo sexta-feira, maio 14, 2010

Na última segunda-feira, abaixo de muita chuva, eu e Bruna fomos até a casa de um dos entrevistados que farão parte da nossa matéria para o Focas do Q? A entrevista transcorreu de forma muito boa. Ele nos recebeu muito bem e relatou algumas experiências que já viveu em Copa do Mundo. Inclusive, uma loucura durante o Mundial. Como ele acompanha e gosta de futebol, a conversa foi mais solta, com detalhes interessantes. Como, por exemplo, lembranças da Copa de 1998, 2002 e 2006.


Enquanto isso, a Bruna fazia seus cliques, como este. Conversamos sobre vários assuntos relacionados à Copa. A pauta ganhou outros aspectos acrescentados pela fonte. A Bruna ficou contente em saber que ele também tinha o álbum da Copa e poderia trocar figurinhas com ela. Era um Ronaldinho pra cá, um Ribery pra lá e mais uns escudos da Coréia do Sul, da Eslovênia, etc... Mas, resolvemos manter a sua identidade em sigilo. Ficou curioso? Quer saber quem é? Então, leia a matéria na edição especial dos Focas no caderno Q?

Nem tudo são flores

Postado por Laura Gomes , quarta-feira, 12 de maio de 2010 quarta-feira, maio 12, 2010

Tenho uma confissão. Hoje levamos um bolo. Calma, vou explicar. Eu e o meu colega de pauta, Renan, marcamos uma entrevista com a nossa fonte. Na hora e no local marcado, lá estávamos nós, na companhia da Thamires. E nós esperamos. O pessoal passava na calçada, e a gente continuava ali, esperando. Até chamamos um pouco de atenção, porque o Renan começou a tirar fotos, e as pessoas paravam pra ver o que era aquilo. E pra melhorar, começou a chover. Como ainda estávamos com esperança, aproveitamos o banho de chuva para passear, e depois voltamos ao lugar marcado. E nada. Sim, aceitamos a realidade. Nossa fonte nos deu um lindo bolo.
Voltando pra Unisc, começamos a pensar em fontes substitutas. Uma das coisas mais legais do projeto é que toda a equipe acaba ajudando em todas as matérias. Algumas ligações depois, com a ajuda da Carine e da Marília, conseguimos marcar mais entrevistas. Bom, o resultado de tudo isso você vai poder conferir em breve! Mas eu garanto, a edição vai ficar linda.
Mas enquanto não chega a hora do lançamento, continuem espiando os bastidores do Focas aqui no blog! Espero comentários!!!

ENQUETE: qual o jogador mais bonito da copa?

Postado por Yaya / , segunda-feira, 10 de maio de 2010 segunda-feira, maio 10, 2010

Olá leitores do blog dos focas!

Venho aqui alertar vocês sobre a enquete que está rolando aqui no Blog. O que queremos saber, é qual os jogadores entre os que estão citados na enquete, o que vocês acham mais bonito?
A enquete está localizada no lado direito do blog, logo abaixo do logo dos focas do Q?
Claro que as meninas se sentirão mais à vontade em responder, mas, os garotos, também estão convidados a particpar!
Relembrando que o resultado além de ser divulgado no blog, também sairá na edição do Q? do dia 26 de maio, confeccionada por nós, focas.
Então pessoal, votem!

A arte de entrevistar

Postado por Emilin Grings , domingo, 9 de maio de 2010 domingo, maio 09, 2010


Na quarta feira fiz minha primeira entrevista para a matéria do Focas do Q? Ocorreu tudo bem. Fui até o colégio Ernesto Alves para entrevistar 5 meninas. Nos reunimos na biblioteca da escola para conversar.

Sempre quando vou fazer um entrevista bate um receio. Será que as fontes vão responder exatamente aquilo que eu quero que elas respondam? Desta vez tive sorte as meninas eram supersimpáticas. Corresponderam a todas as minhas expectativas.

Além disso, essa foi a primeira vez que fiz uma entrevista em forma de bate-papo. Com fontes mais jovens não adianta vir com muitas perguntas pré-estabelecidas. É preciso deixar a conversa rolar.

E fazer uma boa entrevista não é para qualquer um. Exige muita habilidade. Ainda estou aprendendo a realizar da melhor forma a arte de entrevistar.

Agora tenho que esquematizar o texto. Colocar as ideias em ordem. Isso nem sempre é fácil.

Aqui tem focas de outros mares

Postado por Anônimo , sexta-feira, 7 de maio de 2010 sexta-feira, maio 07, 2010

Quando nos inscrevemos no Focas do Q?, ficamos na expectativa da seleção e quando sabemos a notícia de que fomos selecionados, o sentimento é de alegria por estar em projeto que expande o aprendizado da academia em uma atividade prática. Mas, não temos noção de quem podemos encontrar e com quem iremos conviver nas próximas semanas. De repente, colegas já conhecidos estão ao nosso lado. E outras caras estranhas aparecem e passamos a conhecê-las. Em pouco tempo, após o início dos trabalhos, estamos todos entrosados e temos a impressão de que somos colegas há anos.
Nesse Focas do Q?, podemos reparar que tem focas de outros mares por aqui. Temos os representantes locais, no caso; a Blau, a Thamires, a Vanessa Britto, a Yaundé (de Ilheús-BA, mas há anos por aqui) e a Bruna (veio há bastante tempo de Porto Alegre). Alguns membros vieram das mais variadas cidades. Renan e Marília são os de Rio Pardo. É próximo, não causa tanta estranheza. De perto também, temos a Carine que vem da pequena Sinimbu e a Vanessa Costa, de Pantano Grande e ainda o Giovani, de Vera Cruz. Na beira do Taquari, a cidade de Arroio do Meio, um pouco mais longe, é de onde veio a Taissi. A Emilin e a Juliana são do time de Cachoeira do Sul. E ainda não é tudo. Da cidade de Agudo, região central do estado, tem a Samara. Para completar, temos no grupo a missioneira Laura, da legendária Santo Ângelo. E este que escreve tem Vacaria como querência (apesar de ter nascido em Votorantim-SP).
Como pudemos ver na escalação, tem foca de tudo quanto é lado. Uma equipe miscigenada e que traz dos seus lugares de origem, muitas características que podem contribuir com as que encontramos em Santa Cruz do Sul. Esta mistura é uma receita que faz o Focas do Q? ser algo especial. A diversidade enriquece, não apenas na questão dos locais de origem, mas em todos os sentidos. Dessa forma, temos várias linhas de pensamento e os elementos que cada um acrescenta formarão a essência de um trabalho tão especial.

Jornalistas são viciados em jornalismo

Postado por Emilin Grings , quarta-feira, 5 de maio de 2010 quarta-feira, maio 05, 2010

O assunto de rodas de conversas de jornalistas é sempre o mesmo: jornalismo. Ô profissão que vicia, parece droga, credo! Mesmo sendo uma mera estudante, ao conversar com colegas de aula o tema é esse. No meu local de trabalho, claro, não podia ser diferente.

Semana passada, nós Focas do Q?, fomos a uma pizzaria. Mais uma vez a pauta das conversas na noite foi a nossa profissão: o curso, disciplinas, reportagens, meios de comunicação... E pior que isso instiga a gente. Se ficássemos mais tempo o assunto não mudaria.

Meu cunhado é jornalista, ele se formou na Unisc e hoje trabalha em Lajeado. Quando a gente se encontra, ficamos conversando horas a fio sobre jornalismo. Falamos tanto que as pessoas que estão ao nosso redor acabam saindo, pois não adianta tentar mudar de assunto, continuamos no mesmo.

Isso por um lado é bom. Mostra o quanto a profissão é apaixonante. Porém pode ser prejudicial. Toda a pessoa precisa se desligar um pouco da profissão, espairecer, pensar em outras coisas. Jornalismo é bom, mas pode enlouquecer qualquer um. Meu cunhado me relata isso. Vive a profissão 24h por dia. Só fala sobre isso sempre. Ele diz que está num ponto que não aguenta mais. Hoje procura algo para se distrair.

Portanto, que isso sirva de lição para quem está começando. Todos precisam de momentos de lazer, sem pensar em trabalho. Eu já tenho minhas atividades nos fins de semana, em movimentos da Igreja Católica, que são remédios contra o stress do dia a dia. Recomendo que todos procurem algo extra-jornalismo para preencher o tempo livre, se não a possibilidade de fissura na profissão toma conta.

Jornalista também dança!

Postado por Yaya / , segunda-feira, 3 de maio de 2010 segunda-feira, maio 03, 2010

E quem disse que um jornalista, ou no nosso caso, aprendiz de jornalista, não pode e não deve ter atividades paralelas?
Pois então...um dos momentos mais felizes da minha vida ocorreu no semestre passado, durante uma visita do jornalista Silvio Barbizan, à turma de Telejornalismo I, coordenada pela professora Fabiana Piccinin. Entre os diversos assuntos sobre os quais ele falou, um foi à respeito do processo de seleção de candidatos à uma vaga para trabalhar na tevê. E adivinhem qual foi um dos quesitos que certa vez fez com que se optassem por determinado candidato? Foi justamente ele ter uma atividade paralela, nesse caso, o candidato em questão tocava numa banda. E o jornalista foi bem claro ao dizer que esse é um diferencial que muitas vezes faz a diferença, pois mostra que aquele candidato não é acomodado, é inquieto, tem sonhos, e vai atrás do que quer. Nossa, isso foi um alívio para a minha culpa interior por ter duas paixões na vida: o jornalismo e a dança. E como é díficil ter essas duas paixões, nem tanto por questões práticas, como o tempo por exemplo, que preciso dividir entre as duas coisas, sem deixar de me dedicar menos pra uma ou pra outra. Mas principalmente pelo medo de que uma paixão atrapalhasse a outra.
Pois bem, vejo que esse detalhe no meu currículo não será motivo de preconceito por parte de pessoas da miha área, e com muita sorte pode até ser algo que possa me ajudar. E de verdade, eu consigo fazer com que um beneficie o outro. Se não fosse pela dança, pela experiência de conviver com o nervosismo de pisar num palco, pela maneira que adquiri de lidar com a vergonha (vergonha que há muito tempo já não sinto mais, hehehe), talvez hoje eu não fosse tão extrovertida, o que me ajuda e muito com as fontes, no caso do jornal impresso, e com as câmeras, no caso do telejornalismo. Assim como diversas experiências e conhecimentos que adquiri durante o curso de jornalismo foram úteis em algumas situações que vivi enquanto bailarina de Dança de Rua.


Se algum leitor do Blog do Q? quiser dar uma olhada em algum vídeo de Dança de Rua, pode deixar sua vontade registrada aqui como comentário, que eu terei o maior prazer em postar algum vídeo interessante!
É isso pessoal!

e como disse o filósofo Nietzsche:
"E aqueles que foram vistos dançando foram julgados insanos por aqueles que não podiam escutar a música."

Vídeos!!!

Postado por Giovani Blank segunda-feira, maio 03, 2010

Uma febre que não para de aumentar!
Vemos cada dia mais vídeos interessantes entrando na rede, as pessoas inventam cada vez mais maneiras de mostrar o que sabem fazer de melhor, ou até mesmo erros, aventuras, gafes. Tudo se torna digno de um clique!Até a televisão já aderiu, hoje o que vemos na internet ganha o nosso final de semana na TV aberta, parece que a televisão perde cada vez mais audiência e até ela esta apelando para a divulgação!
Então decidi mostrar aqui um vídeo interessante, e pouco conhecido!

Cão vira herói no Alasca
Difícil de acreditar mas é verdade:
Um cão da raça Pastor Alemão chamado “Buddy” virou herói no Alasca (EUA) depois de guiar um veiculo da policia até a propriedade de seu dono, Ben Heinrichs.


A casa ardia em chamas quando Ben, sem alternativas olhou para o cão e disse “Precisamos de ajuda”.E foi o que Buddy fez, pressentindo o perigo Buddy correu até a estrada principal e latiu para uma patrulha da policia, foi quando chamou a atenção do Agente Terrence Shanigan que havia sido alertado por outros moradores sobre uma bola de fogo no céu, imediatamente o Agente notou a inquietude do cão e o seguiu.
Buddy corria na neve em direção a sua casa, guiando o patrulheiro, e após alguns minutos seguindo o cão o Agente Terrence Shanigan achou o incêndio, e orientou os bombeiros até o local.
No dia seguinte o cão Buddy, herói da família!
Foi homenageado pela polícia estadual do Alasca e ganhou uma medalha por sua bravura.

Focas multifuncionais

Postado por Emilin Grings , quarta-feira, 28 de abril de 2010 quarta-feira, abril 28, 2010

Dizem que estagiário é aquele que faz tudo. Pau pra toda a obra. E é verdade. Sou estagiária e sei disso. Nós, focas do Q? também somos assim. Temos funções definidas, mas todos possuem muitas responsabilidades: fazer as matérias, postar no blog e twitter, visitar as escolas, arrumar o layout do blog, fotografar, realizar ações com a comunidade, fazer vídeos... Nossa quanta coisa!

Claro que tudo isso não é função de todo mundo. Cada habilitação tem as suas incumbências, aspecto que foi frisado bastante na reunião de hoje pelo Jansle. E precisa ser cumprido por nós. É certo que muitas funções para uma pessoa só não dá certo. Cada um deve fazer a sua parte e bem feita.

Estamos aprendendo por isso o nome do projeto é Focas, ou seja, jornalistas inexperientes. No nosso caso, comunicadores inexperientes.

Em busca das fontes ideais

Postado por Nessa Costa quarta-feira, abril 28, 2010

Vida de jornalista não é fácil, imaginem a de nós focas, que não temos experiência em redações. Eu acrescentaria mais uma coisinha ao texto do Renan: jornalista também é investigador. Investigar. Talvez seja essa a tarefa mais importante do jornalista, assim como a mais difícil e a mais gratificante. Nós, os focas da 5ª edição do projeto, estamos nessa “fase” do processo. Estamos investigando. Com nossas pautas em mãos, corremos atrás dos melhore cases, das fontes ideais. Quando conseguimos o contato de alguém que parece perfeito para a nossa pauta, explodimos de alegria, e de alívio também. Mas às vezes o fulano “não serve”, e indica o beltrano. Menos mal, né? Acontece que o beltrano, não é a fonte ideal em todos os aspectos, ele não está na faixa etária que a pauta exige. E adivinhem? Lá se vai mais uma fonte. No entanto, não desistimos e continuamos investigando alguém que se encaixe naquilo que queremos. Até que depois de muito trabalho, encontramos as pessoas certas. E é chegada a hora de colocar tudo no papel, ou melhor, no computador.

E nós estaremos por lá!

Postado por Bruna Travi , terça-feira, 27 de abril de 2010 terça-feira, abril 27, 2010


Salve, salve seguidores do Focas do Q?

Vim contar uma novidade!

Domingo, dia 02 de maio, tem show com a Banda Hori, aqui em Santa Cruz, no Coplexo Gazeta Inside.

Se essa era a novidade? Claro que não! Isso todo mundo já sabia!

Mas, qual é a nova então?

Se liga galera! Os focas estarão pela festa no domingo! Agitando e clicando os melhores momentos. E depois vocês ainda poderão estar no Q? Momento, dando inveja naqueles que não foram na festa.

Vale à pena conferir!

O Fiuk, vocalista da Hori, protagonista de Malhação, filho do cantor Fábio Júnior, é também o ídolo da garotada. E, meninas, ele já avisou: “Gosto de namorar, não consigo viver sozinho” (conforme publicado na revista Quem). Preparem-se! Quem sabe ele não leva um coração apaixonado de Santa Cruz . Não duvidem: isso já aconteceu por aqui outras vezes.

Para quem ainda não conhece a banda, acessa lá http://www.bandahori.com.br/


Quem já está com seu ingresso na mão, comenta ai: Qual é a expectativa para o Show.


Até domingo, pois nós estaremos por lá!

Manual de reportagem

Postado por Emilin Grings , segunda-feira, 26 de abril de 2010 segunda-feira, abril 26, 2010



O bom-humor de Rafinha Bastos não surpreende. Vale conferir o vídeo para aprender como NÃO fazer.

A profissão mais completa do mundo

Postado por Renan Silva , sábado, 24 de abril de 2010 sábado, abril 24, 2010

É provável que muitos dos leitores deste blog já estejam pensando no vestibular. Alguns talvez já tenham superado essa fase, e outros nem começaram a pensar a respeito. Mas para os que estão nos preparativos, algumas razões para se fazer (ou não) jornalismo. A verdade é que ser jornalista é ter várias profissões. É ser psicólogo para falar com as fontes, ouvir seus problemas e, do meio de toda aquela conversa, retirar um pequeno trecho que possa ser útil na matéria. É ser um sociólogo preocupado com as causas sociais, para falar de assuntos difíceis, marginalizados. É ser um filósofo, principalmente sentado em um bar conversando com os amigos sobre as coisas bobas da vida. É ser um especialista em legislação, para não falar alguma bobagem que possa retornar em forma de processo. É ser um economista de primeira para saber se virar com a grana curta e muitos gastos. É ser um grande ator para conseguir encenar a qualquer momento que a reportagem o exija. É ser humorista, porque apenas com bom humor é possível conviver em harmonia com uma equipe tão doida quanto a do Focas. É ser um atletista para dar conta de correr atrás de tudo. É ser um literato para saber usar as palavras da forma mais atrativa, mas sem inventar informações. Em resumo, é ser versátil. Tá certo que o salário não é dos melhores, a jornada de trabalho é longa e cansativa, come-se apenas porcarias, mas nada substitui o prazer de ver um texto seu sendo lido pelas pessoas. Nada é mais compensador do que ter a certeza de que se fez a melhor matéria possível. E é isso que nos motiva a fazer a edição especial do Focas do Q?. Para quem não sabe o que fazer no vestibular, essa é a dica. Mas saibam que é um orgulho para toda a equipe fazer parte da profissão mais completa do mundo.

A difícil missão de ser um grupo

Postado por Taíssi Alessandra Cardoso sábado, abril 24, 2010

Diga-se de passagem, lidar com pessoas nunca foi uma tarefa das mais simples, dadas as peculiaridades ou particularidades de que somos dotados nós, membros integrantes da raça humana. As divergências vão desde pequenos detalhes como horários, até grandes e complexas ideologias e filosofias de vida, sem ignorar as inúmeras outras que se interpõem neste meio.

O grande desafio de um grupo como o Focas do Q?, consiste exatamente em fazer com que essas diferenças venham enriquecer o trabalho, tornando esse conceito heterogêneo uma característica a nosso favor. Todos hão de convir que a variedade de personalidades é proporcional ao número de integrantes de um grupo (que?), assim como pouco mais de um mês não é tempo suficiente para se conhecer uma pessoa em profundidade, todavia, acredito que não falo só por mim quando digo que as diferenças diminuem à medida que nos conscientizamos de que temos um objetivo em comum.

Muito mais do que um caderno queremos realizar um trabalho em excelência, então no nosso caso, acredito que a quantidade de respeito também é, em proporções, tão grande quanto nosso objetivo e é isso que ameniza a dificuldade que por vezes é, muito mais do que trabalhar em grupo, ser de fato isso.

A caminho da reunião

Postado por Ana Cláudia Schuh , sexta-feira, 23 de abril de 2010 sexta-feira, abril 23, 2010

Não é novidade que os Focas se reúnem semanalmente para discutir o Q? especial. Até aí tudo bem. Mas vocês já pensaram em como esse focaredo todo vai parar na Gazeta às 17h30 de toda quarta-feira? Tem quem vá a pé, de ônibus e tem os corajosos que se aventuram a ir comigo!

Sim! O Blaumóvel leva alguns focas toda semana para a reunião. E, acreditem, isso faz deles pessoas muito corajosas. Acontece que eu me considero uma barbeira de carteirinha e todo mundo que entra no Blaumóvel sabe que não pode ter medo da morte!

Como teve feriado, a reunião dessa semana foi ontem... e o caminho - digamos assim - foi pura
adrenalina! hahaha! Enquanto voltávamos para a Unisc (eu, e as corajossímas Marília, Vanessa Oliveira, Taíssi e Samara) o trânsito estava péssimo, porque era horário que o pessoal sai do trabalho. Claro que TODAS as sinaleiras estavam fechadas, eu estava com bastante pressa e isso costuma acontecer!

Quase na frente dos bombeiros uma mulher resolveu atravessar a rua (a três metros da faixa de segurança - isso me deixa louca) e quase foi atropelada! Mas não foi culpa minha! Quem manda se atirar na frente do carro? Humpf.

Mas o momento mais emocionante da volta aconteceu na João Pessoa. Vocês sabem aquela LOMBA (tem que ser assim mesmo: em caixa alta e negrito) que tem quase no cruzamento com a Augusto Spengler? Pois é, essa mesmo. Pra subir ali, só se for no embalo. Não consegui. Mas não foi culpa minha! Tinha um fusca (nada contra fuscas, ok Bruna Travi?) na minha frente. E quem disse que tinha jeito daquele fusca subir? E o fusca resolveu parar pra dobrar. E eu tive que parar atrás. E quando eu olho pelo retrovisor: um ônibus grudado atrás do Blaumóvel. JOIA, eu ia ter que arrancar na subida! Mas eu consegui, eu arranquei o carro na subida (ele não morreu, não desceu nem bateu!) e chegamos todas vivas, sãs e salvas na Unisc!

Como disse uma das corajosas caroneiras: que bom que eu não faltei essa aula!

Os desafios da escrita

Postado por Renan Silva sexta-feira, abril 23, 2010

Hoje, durante a reunião, fomos cobrados quanto a atualização do blog. Admito que venho negligenciando essa mídia e que não tenho a utilizado para discutir coisas importantes. Mas a verdade, agora, é que não sei sobre o que falar. E não pensem que isso é um absurdo. A verdade é que muitas vezes, quando sentamos em frente ao computador para enfim produzirmos o texto, simplesmente travamos. Procuramos distração, mudamos de olhar, respiramos fundo, mas o texto insiste em se manter preso. Esse não é um problema exclusivamente meu. Vários colegas, amigos e professores já passaram - e alguns ainda passam - por esse momento tão desagradável na vida de um foca.

Mas e aí, o que fazer se o texto travar de vez? Na escola mesmo isso acontece. Eu utilizava a "arte de falar muito sem dizer nada" para escrever meus textos, principalmente a introdução. Mas a verdade é que isso é pura enganação. Não ao professor, mas ao seu próprio trabalho. Perder alguns minutos do seu tempo para escrever algo que não traz conteúdo algum! Com o tempo, mudei de estratégia. Tentei criar textos mais cabeças, fazer minha professora acreditar que eu gostava de escrever. Onde já se viu, eu gostar de escrever! Mas acho que sou bom na argumentação, porque convenci a mim mesmo que escrever é algo fantástico. Gosto de criar textos malucos. Gosto de fazer análises fajutas da personalidade das pessoas. Acho que na verdade, procuro mesmo é me auto-analisar.

Mas não importa o que eu faça: uma redação de escola, uma avaliação de personalidades ou uma grande reportagem, sempre tenho o bendito problema de travar na hora de escrever. Pior, mesmo com todas as informações, não sei que rumo dar ao texto. E isso já me aconteceu inúmeras vezes. Manter o foco e ser atrativo é algo tão difícil de se fazer simultaneamente. Assim como é tão difícil convencer a todos de que não tenho nada a dizer.